SOBREVIVÊNCIA DE TILÁPIA DO NILO (Oreochromis niloticus) E JUNDIÁ (Rhamdia quelen) EM SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA NO SUDOESTE DO RIO GRANDE DO SUL

Autores

  • Taiane Figueiró dos Santos Centro Universitário da Região da Campanha
  • Ariana Teixeira Vargas
  • Daniela Marques
  • Mariana Brasil Vidal
  • Tamyris Ramos dos Santos

DOI:

https://doi.org/10.18817/repesca.v17i1.1681

Palavras-chave:

Temperatura, Sistemas de Recirculação, Aquicultura, Piscicultura.

Resumo

Há uma grande preocupação em torno da falta de água o que gera uma crise em todo país. Ocorre, dessa forma, uma busca de formas econômicas e sustentáveis para cessar essa necessidade sem degradar o meio e uma dessas alternativas para aquicultura é a recirculação de água. Neste sistema é possível produzir organismos aquáticos com pouca perda d’água e utilizando apenas a reposição da quantidade mínima desse efluente que por ventura se perca por evaporação. O objetivo desse trabalho foi verificar a sobrevivência de Tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) e Jundiá (Rhamdia quelen) em um sistema integrado de recirculação de água em duas estações amenas do ano (primavera e outono). O trabalho compreendeu um experimento conduzido em uma piscicultura e aquaponia, no município de Candiota, no sudoeste do estado do Rio Grande do Sul. Durante a primavera todas as análises de qualidade da água mantiveram-se dentro do esperado com desenvolvimento normal, já no outono houve uma queda brusca na temperatura ocasionando mortalidade total das Tilápias (Oreochromis niloticus) e parcial dos Jundiás (Rhamdia quelen) onde conclui-se que tanto para peixes exóticos quanto nativos a temperatura é fator condicionante para seu desenvolvimento em cativeiro.

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Publicado

2026-08-23

Como Citar

dos Santos, T. F., Vargas, A. T., Marques, D., Vidal, M. B., & dos Santos, T. R. (2026). SOBREVIVÊNCIA DE TILÁPIA DO NILO (Oreochromis niloticus) E JUNDIÁ (Rhamdia quelen) EM SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA NO SUDOESTE DO RIO GRANDE DO SUL. Revista Brasileira De Engenharia De Pesca, 17(1), 524–534. https://doi.org/10.18817/repesca.v17i1.1681

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